Estudantes de RR divergem sobre nível de dificuldade do segundo dia de prova do Enem 2020

Três estudantes conversaram com o G1 após deixarem os locais de prova neste domingo (24) — Foto: Suzanne Oliveira/G1 1 de 5
Três estudantes conversaram com o G1 após deixarem os locais de prova neste domingo (24) — Foto: Suzanne Oliveira/G1

Três estudantes conversaram com o G1 após deixarem os locais de prova neste domingo (24) — Foto: Suzanne Oliveira/G1

Os primeiros estudantes a deixarem os locais de prova do Enem 2020 em Roraima divergem sobre a dificuldade das questões aplicadas neste domingo (24). A partir das 15h30, os alunos estavam autorizados a sair sem o caderno de provas.

Neste domingo, os candidatos responderam 90 questões de múltipla escolha – 45 de matemática e suas tecnologias e 45 de ciências da natureza e suas tecnologias. Havia questões sobre bomba atômica, carros elétricos, óleos essenciais, Torre Eiffel e funcionamento do fone de ouvido.

Três jovens que fizeram a prova na Universidade Federal de Roraima conversaram com o G1. Eles classificaram o segundo dia como “bem mais fácil”, “questões muito longas” e “razoável”.

‘Bem mais fácil’

Isabella Nogueira Silva, 21 anos, fez o Enem pela quinta vez como "hobby" — Foto: Suzanne Oliveira/G1 2 de 5
Isabella Nogueira Silva, 21 anos, fez o Enem pela quinta vez como “hobby” — Foto: Suzanne Oliveira/G1

Isabella Nogueira Silva, 21 anos, fez o Enem pela quinta vez como “hobby” — Foto: Suzanne Oliveira/G1

A jovem Isabella Nogueira Silva, de 21 anos, cursa biomedicina em um faculdade particular e este foi o quinto ano em que fez a prova. Ela conta que achou o segundo dia mais fácil do que o primeiro, quando foram aplicadas questões de linguagens, ciências humanas e redação.

“Esta prova de hoje foi bem mais fácil, não sei para outras pessoas, mas para mim foi bem tranquila”, disse.

No entanto, ela notou que o número de candidatos na mesma sala foi reduzido pela metade. No primeiro dia, ela dividiu o local com outros 15 pessoas e neste domingo, havia outras sete além dela mesma.

‘Questões eram muito longas’

Carlos Augusto Souza, 18 anos, deseja cursar fisioterapia — Foto: Suzanne Oliveira/G1 3 de 5
Carlos Augusto Souza, 18 anos, deseja cursar fisioterapia — Foto: Suzanne Oliveira/G1

Carlos Augusto Souza, 18 anos, deseja cursar fisioterapia — Foto: Suzanne Oliveira/G1

Já para o jovem Carlos Augusto Souza, de 18 anos, a segunda etapa foi “mais complicada”. Ele afirma que as questões estavam longas demais.

“As questões eram muito longas. A primeira etapa foi longa, mas estava mais fácil, mais tranquila, deu para fazer suave. Era só ler uma e respirar, ler outra e respirar”, contou o jovem.

‘Razoável’

Carlos André de Farias Souza, de 21 anos — Foto: Suzanne Oliveira/G1 4 de 5
Carlos André de Farias Souza, de 21 anos — Foto: Suzanne Oliveira/G1

Carlos André de Farias Souza, de 21 anos — Foto: Suzanne Oliveira/G1

Para o estudante Carlos André de Farias Souza, 21 anos, considerou a prova razoável. Para ele, quem estudou não teve dificuldades. No entanto, ele confessa que não se aprofundou em diversos assuntos que caíram na prova.

“Eu achei que estava razoável para quem estudou. Eu tive dificuldade porque não me aprofundei nos assuntos, mas foi uma boa prova”, afirmou.

Neste edição, o Enem ocorreu em meio à pandemia de coronavírus e Roraima passa pela fase grave desta crise. Por isso, medidas de segurança foram tomadas para realização da prova.

Os candidatos foram obrigados a usar máscara facial em proteção à Covid-19. Foi recomendado que cada candidato leva-se duas e falta do item resultaria em eliminação.

Haverá recipientes de álcool em gel nos locais de prova e sabão líquido nos banheiros para que os candidatos lavassem as mãos.

Sabão para lavar as mãos no banheiro da UFRR onde acontecia a prova — Foto: Suzanne Oliveira/G1 5 de 5
Sabão para lavar as mãos no banheiro da UFRR onde acontecia a prova — Foto: Suzanne Oliveira/G1

Sabão para lavar as mãos no banheiro da UFRR onde acontecia a prova — Foto: Suzanne Oliveira/G1