Estudante teme dificuldade com calor no Enem em Ribeirão Preto: 'Prejudica a concentração', diz



Por conta da pandemia de Covid-19, aparelhos de ar-condicionado ficarão desligados e portas têm que ficar abertas no período de aplicação das provas. Cidade registra 33ºC neste domingo (24). Estudante Patrick Freitas teme perder concentração no Enem por conta do calor em Ribeirão Preto
Pedro Martins/G1
Ribeirão Preto (SP) pode atingir 33ºC de temperatura máxima neste domingo (24), segundo a Somar Meteorologia, e esse registro preocupa o candidato Patrick Freitas, de 18 anos, que presta o segundo dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir das 13h30.
Por conta da pandemia de Covid-19, uma das determinações do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para a aplicação da prova nas escolas é de que os aparelhos de ar-condicionado fiquem desligados e que portas e janelas sejam abertas para melhor circulação do ar.
“É complicado porque Ribeirão Preto é muito quente. A maior dificuldade é o calor. Depois de um tempo de prova, você começa a ficar cansado, aí vem o estresse, a dor nas costas e o calor, para piorar. Prejudica muito a concentração”, diz o candidato.
Enem 2020 Candidatos se protegem do forte calor em frente à Unaerp, em Ribeirão Preto
Pedro Martins/G1
Dificuldade
Freitas vai fazer o Enem na Unaerp e quer uma vaga na faculdade de Publicidade. Formou-se no ensino médio na Escola Estadual Cônego Barros, mas parte da preparação foi feita por meio de vídeos na internet, devido à pandemia.
Para ele, o aprendizado foi mais complicado porque não havia tanta interação entre alunos e professores com o ensino a distância.
‘Pandemia foi o impulso que eu precisava para estudar’, diz candidata
Para a prova deste domingo, teme enfrentar dificuldades nas questões de matemática. Além delas, o estudante também responderá a prova de ciências da natureza.
“Estudei no YouTube. Vi vídeo-aulas e tal. Não me sinto preparado. Não vou jogar toda a culpa na pandemia, porque também tem minha responsabilidade, mas a pandemia prejudicou muito a situação”, afirma.
Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca
Initial plugin text