Com salas sem ar-condicionado, candidatos adotam estratégias para superar calor no 2º dia de Enem no RN

ENEM 2020 - Natal, 24/01/2021 - Candidatos chegam para segundo dia de aplicação das provas do Enem 2020 em uma universidade privada da Zona Sul de Natal. — Foto: Julianne Barreto/Inter TV Cabugi 1 de 4
ENEM 2020 – Natal, 24/01/2021 – Candidatos chegam para segundo dia de aplicação das provas do Enem 2020 em uma universidade privada da Zona Sul de Natal. — Foto: Julianne Barreto/Inter TV Cabugi

ENEM 2020 – Natal, 24/01/2021 – Candidatos chegam para segundo dia de aplicação das provas do Enem 2020 em uma universidade privada da Zona Sul de Natal. — Foto: Julianne Barreto/Inter TV Cabugi

Mesmo com a abertura de janelas nas salas onde as provas do Enem 2020 são aplicadas, parte dos candidatos reclamou do calor durante a aplicação do exame nacional em Natal. Na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), segundo estudantes, aparelhos de ar-condicionado foram desligados e as janelas abertas para aumentar a circulação do ar, como forma de prevenção à transmissão do novo coronavírus.

Após a experiência do primeiro dia de provas, no último domingo (17), alguns estudantes mudaram a estratégia neste domingo (24), quando são aplicadas as provas de matemática e ciências da natureza. Mesmo com a abertura dos portões às 11h30, muitos permaneceram do lado de fora dos locais de prova, para aproveitar o vento. De acordo com a Empresa de Pesquisas Agropecuárias do RN (Emparn) as temperaturas máximas variam entre 28°C e 33°C nesse período de verão, na capital potiguar.

Milena Carolina, de 22 anos, fez o Enem em Natal e quer cursar medicina veterinária. — Foto: Julianne Barreto/Inter TV Cabugi 2 de 4
Milena Carolina, de 22 anos, fez o Enem em Natal e quer cursar medicina veterinária. — Foto: Julianne Barreto/Inter TV Cabugi

Milena Carolina, de 22 anos, fez o Enem em Natal e quer cursar medicina veterinária. — Foto: Julianne Barreto/Inter TV Cabugi

Milena Carolina, de 22 anos, viajou de São Tomé para Natal em busca do sonho de cursar medicina veterinária. No caso dela, uma das estratégias para driblar o calor foi optar por uma roupa mais leve.

“Mudei a roupa, porque fez muito calor semana passada. Eu vim de calça, mas o calor foi muito forte, atrapalhou muito, porque não ligaram o ar-condicionado”, contou.

Arthur Palhares, de 21 anos, aguarda para entrar no local de prova do Enem em Natal, sentado em calçada. Ele reclama do calor na sala. — Foto: Julianne Barreto/Inter TV Cabugi 3 de 4
Arthur Palhares, de 21 anos, aguarda para entrar no local de prova do Enem em Natal, sentado em calçada. Ele reclama do calor na sala. — Foto: Julianne Barreto/Inter TV Cabugi

Arthur Palhares, de 21 anos, aguarda para entrar no local de prova do Enem em Natal, sentado em calçada. Ele reclama do calor na sala. — Foto: Julianne Barreto/Inter TV Cabugi

Arthur Palhares, 21 anos, está fazendo a prova em uma universidade privada na Zona Sul de Natal e, mesmo após a abertura dos portões, preferiu ficar do lado de fora até se aproximar o horário das 13h, quando o acesso é fechado.

“É um ambiente fechado. Eles estão ligando o ar-condicionado, mas deixam a janela aberta. Acaba que aqui (do lado de fora) fica mais refrescante”, conta o jovem que já cursou administração em uma universidade pública, deixou o curso para fazer psicologia, mas agora quer voltar à administração.

Candidatos chegam para segundo dia de provas do Enem 2020 na UFRN, em Natal. — Foto: Julianne Barreto/Inter TV Cabugi 4 de 4
Candidatos chegam para segundo dia de provas do Enem 2020 na UFRN, em Natal. — Foto: Julianne Barreto/Inter TV Cabugi

Candidatos chegam para segundo dia de provas do Enem 2020 na UFRN, em Natal. — Foto: Julianne Barreto/Inter TV Cabugi

Para Samuel do Nascimento Peres, de 17 anos, que quer fazer direito, outro motivo de ficar mais tempo do lado de fora é que, dentro da sala, os candidatos não podem conversar, ou usar celular, por exemplo, o que aumenta a pressão. Os portões são abertos às 11h30 e fechados às 13h, mas a prova só começa às 13h30.

“Acaba sendo uma pressão muito maior. Os avaliadores ficaram de um lado para o outro e não podem conversar. Então a gente fica do lado de fora para descontrair um pouco, ficar mais relaxado”, contou.

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